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Poeta e apenas poeta

Já me olharam espantados quando digo que sou poeta e só poeta. Que não canto, nem danço, nem atuo, nem pinto, nem bordo, que "só" ...

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

......Dulcíssima

por Lucas C. Lisboa

E segurando a faca pelo fio...
Ela sozinha e trêmula morde
uma tal raiva tamanha que
machuca esse seu lábio tão macio

2 comentários:

Nathalia disse...

Dolorosamente lindo.

Elara disse...

Sangrento, sangrando, a fio e faca e ferro e fogo um poema surgindo ao sorriso dela. Trêmulo, sagrado pela maciez.

Um chero Zara.